quinta-feira, setembro 28, 2006

Uma fenda no tempo

Isn't it a pity
Now, isn't it a shame
How we break each other's hearts
And cause each other pain
How we take each other's love
Without thinking anymore
Forgetting to give back
Isn't it a pity

Some things take so long
But how do I explain
When not too many people
Can see we're all the same
And because of all their tears
Their eyes can't hope to see
The beauty that surrounds them
Isn't it a pity

Isn't it a pity
Isn't is a shame
How we break each other's hearts
And cause each other pain
How we take each other's love
Without thinking anymore
Forgetting to give back
Isn't it a pity

Forgetting to give back
Isn't it a pity
Forgetting to give back
Now, isn't it a pity


What a pity
What a pity, pity, pity
What a pity
What a pity, pity, pity


Que momento mais ingrato para lembrar de George Harrison...

O que vim fazer aqui???

Só pra não perder o hábito de escrever pelo menos um post por dia útil no blog, estou escrevendo esse aqui, agorinha mesmo, só pra dizer que não tenho nada de novo pra contar e que hoje estou caindo de tanto sono.

E ainda tenho psicanálise.

E amanhã tenho psiquiatra. Vou pedir um atestado pra não ter que votar no domingo.

-Doutor, quero um atestado de loucura, insanidade temporária, pra não ter que votar no domingo. Não estou em condições de cuidar de mim, vou ter condições de votar?

Mentira. Vou votar, sim, cumprir meu "direito/dever" de cidadão. Saco.

quarta-feira, setembro 27, 2006

Vai "cantar"? Então "cante" com classe!

Inveja da preguiça

Invejo os bichos, invejo os bichos
Que no mundo não procuram nexo
Vivem em paz sem ganância ou capricho
E só brigam por comida e sexo


Já dizia Frejat...

terça-feira, setembro 26, 2006

Perguntas idiotas...

Eu no hall do prédio (isso significa TÉRREO), o cara vira pra mim e pergunta:

-preu ir pro terceiro andar, sobe ou desce?

Agora vai!

Estou, conforme fui aprendendo na psicanálise, organizando uma "faxina" na minha cabeça e resolvi jogar fora tudo o que não uso mais.
Portanto, a partir de hoje devo viver o que virá a seguir e o passado que descanse em paz.

Adeus, passado.


segunda-feira, setembro 25, 2006

Luciana vai ao cinema

Ontem fui ao cinema ver O Diabo Veste Prada. Adorei ver a Merryl Streep no papel de vilã. Eu, que sempre lembro dos filmes dela como As Pontes de Madison ou Antes e Depois, ambos no papel de mãe de família, sempre enfrentando as mazelas da vida, me surpreendi ao ver a Miranda. É claro que também me lembro de filmes em que ela faz a vilã, como naquele The Manchurian Candidate (não lembro o título em português) ou da forte mulher que desce a correnteza em Rio Selvagem com o biruta do Kevin Bacon atormentando a pobrezinha! Mas naquele outro filme, um mais antigo, o Ela é o Diabo, ela começa o filme como "a outra" fazendo papel de mais ou menos má ou a madrasta incompreendida e rouba o marido bonito e burro da mulher feia e verdadeiramente má. Claro que também me lembro de filmes como Adaptação e As Horas, mas é que o papel dela nesse O Diabo Veste Prada é realmente diferente. E o "diferente" é que em nenhum momento ela passa aquela imagem de "ai, eu estou tão arrependida por ter sido má...". Não, ela é sempre má, pisa nos outros e faz de uma empresa inteira seus fantoches para que tudo saia como ela quer. Talvez ela não seja tão má quanto determinada e cheia de garra.
Mas o que valeu mesmo foi ter ido ver A Merryl Streep com cara de cruela, mas muito mais bonita que a Glenn Close. Ah, e aquela Anne Hathaway, achei que o cinema estaria lotado de pivetas desesperadas por causa daquelas duas bobagens que ela vez, O Diário da Pincesa I e II, mas acho que ainda não perceberam quem era a aspirante a "Miranda".

sexta-feira, setembro 22, 2006

Até que enfim!

Hoje é sexta-feira.

Dia de ir ao psiquiatra.

Véspera do aniversário da minha mãe.

Amanhã e depois não tenho que trabalhar.

Amanhã e depois posso dormir até acordar.

Isso é supercalifragilisticexpialidocious!*

(*Mary Poppins)

O Google invadiu meu blog

O Google está me perseguindo. Toda vez que coloco um post, o Google relaciona os anúncios com o meus posts e as coisas têm ficado bizarras. Mais cedo foi sobre alcoolismo por causa do post dos Malvados e, agora, sobre esse post de confusão mental, os anúncios ficam variando entre a esquizofrenia e a hipnose e regressão.
Agora só falta me pagarem pra postar birutices aqui.

Nova Criação


O Departamento de Criação do Sem Senso de Noção criou uma imagem que tem tudo a ver com a minha atual situação, que é de confusão completa.
Obrigada ao Departamento de Criação e ao meu amigo Rob que ajudou (escolheu sozinho) a escolher a imagem.

O Álcool Destrói



(Rob, isso me faz lembrar de uma certa noite, num extinto bar chamado Village.)

100% CERTO

É possível uma semana começar bem e terminar bem?
É possível tudo acontecer exatamente da mesma forma que você planejou?
É possível?

É! E descobri que essa semana foi a melhor nos últimos seis meses. Perfeita.

quinta-feira, setembro 21, 2006

O tempo passa...

Eu nem acredito que a semana já está no fim. Não vejo a hora de esse mês acabar. É que o mês que vem tá recheado de coisas deliciosas pra fazer, e de pensar nisso até me sinto mais animada.

Hoje é aniversário da minha sobrinha e eu comprei um cavalinho pula-pula pra ela e um tênis All Star vermelho com velcro. Quero só ver a carinha dela quando vir o cavalinho.

E, por falar em aniversário, sábado é aniversário da minha mãe querida. Queria tando poder dar um presente bem bacana pra ela. Quem sabe.

terça-feira, setembro 19, 2006

Mais uma terça

E mais algumas fichas que caíram.
Comecei um novo caminho.
Até que enfim, me sinto bem.

segunda-feira, setembro 18, 2006

sexta-feira, setembro 15, 2006

A culpa é do hipotálamo

Então, hoje pela manhã, fui encontrar minha irmã no metrô. E, pra minha surpresa, ela foi! E chegou com alguns minutos de folga! Surpreendente.

Abraça, chora, beija, chora mais um pouco... Tudo porque sofremos do mesmo problema: depressão.

Conversa vai, conversa vem, eu disse que tinha marcado psiquiatra, mas que não iria porque não tava a fim. Fiquei ainda mais surpresa com ela porque ela quis ir comigo e combinamos de almoçar depois.

Chega no médico, um senhor de uns setenta anos, com 50 de profissão, me assustei, pensei "esse cara vai me enrolar". Sentei. Comecei meu longo relato. Ele anotando e me olhando por cima dos óculos. Eu lá, no parlatório:

-Angústia, medo, aperto no peito, depressão, desânimo, tem dias que tô bem e tem dias que é uma merda. Sufoco, tontura, vômito. Ansiedade, desespero. Sensação de que o mundo acabou.
-Sei, que mais?

Pensei "precisa mais?"

Bom, aí ele pegou papel e caneta e começou a desenhar um cérebro, com córtex, neurônios, hipotálamo, hipófise... E eu olhando. Depois desenhou orgãos como coração, fígado, pulmão e glândula supra-renal.

Fiquei mais de uma hora e meia ouvindo explicações de como o cérebro funciona e porque o córtex existe. A função do hipotálamo e tal.

-Mas por que o hipotálamo é tão importante?
-Ah, porque ele é responsável por todas as reações psicossomáticas que você está sentindo e nesse momento o nível do seu hipotálamo está muito baixo e a gente tem que elevar isso um pouco.

E eu pensando, hipotálamo, só podia dar merda. Já é hipo, ainda fica baixo?

Ele continuou: Todos os seus traumas absorvidos durante toda a sua vida ficam acumulados numa espécie de linha do tempo, que se transforma num script e você tende a cometer os mesmos erros por causa disso.

Quanta gente que têm problema e não fica como eu! Por que tinha que ser EU? Por que EU, porra?

Bom, fica calma, a consulta tá acabando, minha irmã deve estar nervosa, com pressa de ir embora, já passa de meio-dia! Meu chefe vai me esganar!

-Então, você suspende essa medicação e vou receitar algo mais leve, com menos efeito colateral e você vai ter que vir aqui pelo menos uma vez por semana, durante um mês.

Pensei "Ai, meu dinheirinho..."

-Tudo bem, existe genérico desse tal remédio?
-Não, mas ele é barato. Toma um todo dia antes de dormir. E volta na sexta que vem.
-Ok, obrigada.

Coitada da minha irmã já tava até amiga da secretária de tanto que conversaram. E melhor: até a minha irmã vai fazer tratamento agora.

No final das contas, tive um almoço relativamente tranqüilo, isso porque estresso fácil com barulho e tumulto, mas a minha irmã pareceu, por algumas horas, um abrigo na tempestade. De certa forma foi um alívio.

Agora, é só regular o hipotálamo da minha conta bancária pra que tudo dê certo, mas o bom é que não fui nem parar no Pinel.

Primeiro, as primeiras coisas

É, digamos que, de tudo que eu tinha planejado pra ontem, eu tenha conseguido realizar 50% dos meus planos.
Fui à psicanalista e, pra variar, vários cadáveres foram desenterrados. Mas no fimal eu estava muito mais leve e acabei saindo com a cabeça mais em ordem, e isso tem ajudado muito. Ademais, ela é ótima, muito boa mesmo. Cai uma ficha atrás da outra.

Depois, como tinha combinado de encontrar a minha irmã no metrô, liguei pra ela pra confirmar (o seguro morreu de velho). Pra minha surpresa, meu cunhado atende:

-Alô.
-Fernando?
-Sim, fala Lu.
-Avisa que tô indo pro metrô pra encontrar com ela.
-Olha, ela saiu, foi na rua aqui atrás, na casa de não-sei-quem e não disse mais nada.

Silêncio...

Fiquei puta da vida, mas tentei disfarçar.

-Bom, então você diz pra ela que o documento que eu tenho que entregar pra ela, fala pra ela se virar e vir buscar.

Nesse momento pensei "desisto da minha irmã", mas a amo demais e como estou com todos os meus sentimentos à flor da pele preferi não estressar ainda mais.

Bom, tô eu, lá no ônibus, indo pro metrô sentido minha casa, toca o celular, era a minha irmã:

-Lu, desculpa, mas é que eu tinha que resolver um negócio do cursinho e fui lá achando que não ia demorar, mas não dá mais tempo de te encontrar, né?
-É, não dá.
-Então eu vou até você amanhã e pego esse documento.

Pensei "ih, Luciana, vai levar balão"

-Tá bom, onze horas da manhã no metrô 'tal' e te entrego o documento.
-Então tá, desculpa viu, um beijo.

Aí fui pra casa com aquele pensamento: "Ei, Luciana, sua imbecil, você se mete em cada uma, hein? Vive procurando problema! Por que não deixa que as pessoas se virem? Que mania de querer sempre ajudar os outros, você só se ferra. As pessoas não se importam, porra!"

quinta-feira, setembro 14, 2006

Putz...

Minha memória anda uma bosta.

Prozaczentotal

Engraçado como a depressão tem fases estranhas. Um dia você acorda às seis da manhã achando que vai abraçar o mundo e vencer todas as suas batalhas, no outro você acorda com a sensação de que o mundo acabou e ninguém percebeu.

Hoje acordei às seis da manhã, então estou num dia bom, legal. Até já comi! E hoje saio mais cedo pra ir deitar no divã da psicanalista e contar as minhas descobertas no Maravilhoso, Complexo, perturbador e desordenado Mundo que existe na cabeça de Luciana. Às vezes parece até um episódio de Carnivale (série que passou na HBO).

Agora, medo! Sinal de perigo! Danger, Will Robinson! Danger! Hoje à noite vou encontrar a minha irmã, mas não dá pra protelar, tenho que resolver umas coisas. Bom, vai ser assim então, tudo combinado, nada resolvido. Amanhã, depois do psiquiatra eu conto o resumo da novela.

quarta-feira, setembro 13, 2006

Tira

Essa tira saiu ontem no wulffmorgenthaler. Só vi hoje, mas achei ótima.


É hoje!

Oba! Hoje é dia de sofrer na cadeira do dentista.

A vida é linda, vocês não acham?

Ah, e claro, amanhã tem psicanalista de novo.

Uêba!!! Que semana linda gente!

terça-feira, setembro 12, 2006

E por (não) falar em alegria...

E vamos indo...

Pois é, hoje fui à psicanalista. Foi um momento de "revirar o lixo", digamos assim, porque fomos mexer no passado e o passado, no meu caso, tem sempre algo muito ruim.

Já cheguei mal na psicanalista porque dormi mal, e dormi mal porque cheguei em casa mal, quer dizer, uma beleza, como venho insistindo. Chorei até na psicanalista, mas saí mais leve. Pelo menos isso!

E quando as pessoas falam pra eu erguer a cabeça e lutar, não desanimar, eu tenho vontade de mandar praquele lugar, sabe? Sim, porque só eu sei onde me aperta o sapato, ou melhor dizendo, só eu sei o que se passa na minha cabeça.

E aí depois ter que receber uma ligação da minha irmã dizendo que quer desabafar. E ainda tenho que quebrar um galho pra ela porque na casa dela ela não tem computador e ela fica pedindo informações sobre órgãos públicos. Ainda se fosse algo interessante sobre a vida de alguém, investigar o passado de pessoas que não conheço, como fazia no Orkut, ferramenta da qual não me serve há mais de um ano.

Hoje comprei uma revista sobre carros. Ainda nem abri. Não sei quais são as matérias além das que têm chamada na capa. Admito que comprei a revista porque queria comprar uma revista e percebi que nunca tinha comprado UMA revista de carros, apesar de me interessar pelo assunto.

Pelo menos já estou me acertando com algumas coisas e até já marquei psiquiatra pra essa semana (será que devo falar sobre a revista?). Isso é uma boa coisa, pois pode ser que eu não precise mais de medicamentos pra dormir, acordar, comer, lembrar de tomar remédio... Ou então, já pensou se ele resolve me internar no Pinel? Aí volto a fumar e meus amigos vão ter que me levar cigarro e dominó, porque deve ser muito chato ficar de robe e pantufa o dia inteiro, enquanto ando num pátio.

Por falar em fumar, dia 5 deste mês fez um ano que larguei esse vício maldito. Nesses dias difíceis penso em acender um pacote de Marlboro vermelho de uma vez, mas tenho resistido bravamente. Não sei se isso vai valer a pena no final, mas estamos indo. Se bem que continuo como fumante passivo já que meu chefe adora um cigarrinho.

Ai, ai...

Vou ficando por aqui porque já tô cansada de escrever, também.

segunda-feira, setembro 11, 2006

O Benett tava certo

Graças ao meu ilustre amigo Rob estou com a porra da música do Nazareth, Love Hurts, na cabeça. Agora, só fazendo transplante de cérebro.


Voltei

Bom, como era de se esperar, voltei ao trabalho.

É claro que o ânimo não é o mesmo, nem o pique de fazer as coisas, mas uma coisa ou outra já tenho um certo prazer em fazer. Mas não entenda esse "prazer" como um regozijo, um êxtase incomensurável, uma explosão de sentimentos. Não, esse prazer é uma coisa de que me canso logo, mais ou menos quando você começa a fazer uma coisa não tão legal e no meio do caminho se enjoa. É quase isso.

Outra coisa: quer emagrecer? Tenha depressão. É infalível!

(Acredita que até a senha eletrônica do banco eu esqueci?)

Tá tudo uma beleza, mas vamos levando.

No final de semana encontrei meu amigo Rob e fomos comer carne, uma das tantas coisas que temos em comum. E eu sei que piada tem data de validade mas as nossas piadas nunca vencem, pelo menos eu rio de todas, sempre, e isso já acontecia antes de eu tomar prozac, o salvador da pátria. Se bem que eu também sempre fui uma lesada e como ele mesmo disse quando soube da minha condição: "você sempre foi internacionalmente conhecida por não ser meio normal". Agora estou totalmente normal, afinal a loucura está nos olhos de quem vê, não?

sexta-feira, setembro 01, 2006

Começa uma nova fase

Hoje foi uma linda manhã, apesar de alguns contratempos. Minha vida está melhorando aos poucos, muito devagar, mas significativamente. Tive um encontro maravilhoso com a minha querida irmã, e, talvez por eu estar tão fragilizada nesses dias que têm sido tão difíceis, percebi o quanto ela é frágil também. Às vezes choro de tristeza, mas às vezes também choro de alegria, de pequenos momentos doces, alegres.

Minha grande MÃE, que tem sido forte em todos os momentos, cedeu seu colo inúmeras vezes pra que eu pudesse chorar, e pelas incontáveis vezes que ela secou, e vem secando as minhas lágrimas. Ela tem feito tudo pra me ver sorrir e tem conseguido. Tem me acompanhado aonde quer que eu vá, pra que eu não me sinta sozinha. Além da minha querida mãe, alguma força do Universo colocou pessoas iluminadas nesses meus dias escuros e tristes. Conheci uma psicóloga no CAPS, a Olga, que indicou uma psicanalista, a Solange, muito bacana, muito gentil e com quem já comecei um tratamento. Conheci também um senhor chamado Conti, cuja esposa passa pelo mesmo problema que eu e que tem me dado muita força para erguer a cabeça e enfrentar essa situação.

Além da minha querida amiga, a Mrs. El Cid in the web que sempre esteve do meu lado, por mais tempo que a gente passe sem se ver. Ela sempre tem palavras que tocam meu coração. Obrigada Mira, por todo o seu apoio.

Minha querida amiga Rose, que me ouviu nas horas em que eu precisava, que participou da minha dor e sofreu comigo. Que chorou comigo e que buscaria as estrelas por mim. Obrigada Rose, por todo o seu carinho.

Todo o meu carinho a Beth, que, mesmo estando lá em Campinas me passou palavras de carinho pelo telefone, me ouviu chorar e me consolou.

Os dias vão passando mais devagar do que eu gostaria, mas talvez porque eu tenha que me acostumar com as coisas novas que vêm acontecendo. Continuo numa sala de espera, mas dessa vez a sala é mais clara e tem música ambiente. Ainda não é a música que eu gosto, nem é um sofá tão confortável, mas pelo menos já não estou tão cansada.

Também tenho que agradecer ao Ale, mas os motivos não vou falar, ele sabe quais são. E ele sabe também que meu coração é dele por mais que doa a distância e a incerteza do futuro.

Bom, vou ficando por aqui, pois estou de férias e preciso cuidar da minha saúde, mas daqui uns dias eu volto.